Biomedicina: uma profissão em alta


Uma das mais novas profissões da área da saúde, a biomedicina, está em alta. Recentes pesquisas de mercado, inclusive pelo portal de notícias G1 mostram que é crescente e acima da média a procura por cursos de graduação em biomedicina no país.

Hoje presente em praticamente todos os estados brasileiros, onde a representação do sistema do Conselho Federal de Biomedicina se faz através de seis conselhos regionais, confirma a aceitação do profissional biomédico pela sociedade e pelo sistema de saúde. A maior preocupação do sistema CFBM e seus regionais é com a qualidade profissional e através de nossas associações ligadas a Associação Brasileira de Biomedicina – ABBM buscam proporcionar capacitação aos profissionais e adaptação as novas tecnologias. Os títulos de especialista são uma boa forma de avaliar os profissionais biomédicos e suprir as eventuais deficiências. Estima-se que o aprendizado acadêmico fica defasado a cada dois anos frente a tecnologia crescente na área da saúde.

A criação do curso foi voltada para o ensino e pesquisa, mas soubemos aproveitar oportunidades de mercado e acompanhamos o crescimento tecnológico, sendo que temos hoje destaque na área da pesquisa e nas áreas de toxicologia, fisiologia do exercício, genética, reprodução humana, biologia molecular, diagnóstico por imagem, entre outras atividades. As áreas que estão em maior evidência nos últimos dois anos são a de auditoria biomédica, colpo citologia oncótica, hemoterapia e terapia celular, análises clínicas e estética. Mesmo sendo, os cursos de graduação, de regulação do Ministério da Educação e Cultura o Conselho Federal de Biomedicina orienta para que os cursos de graduação tenham carga horaria mínima de 4.000 horas aula e que as habilitações possíveis durante a graduação tenham no mínimo 500 horas de estágio prático. Acreditamos que a entidade formadora, as instituições de ensino superior, tem o compromisso social de disponibilizar para o mercado de trabalho profissionais preparados para enfrentar os desafios profissionais, é obvio que a pratica do dia a dia melhora os profissionais, mas a base do conhecimento deve ser sólida e desde o primeiro semestre, os alunos de biomedicina já têm aulas práticas em laboratórios e, até o final da graduação, o curso é repleto de aulas e estágios práticos.

Também na alçada das Associações, estas realizam reuniões com professores das instituições de ensino superior e coordenadores de cursos, para incentivar a inclusão de disciplinas, o aumento da carga horaria nas já existentes para que o estudante reforce o aprendizado, facilitando o estágio na sua habilitação definida. Resumindo, nosso trabalho profissional supre o que seria papel do Ministério da Educação e Cultura e CNE.

Com tudo isso, nossas entidades se empenham para que o futuro profissional do biomédico garanta empregabilidade e sucesso em tudo que for desenvolver.