Exames moleculares identificam infecção por HIV

Mesmo sem cura, doença pode ser controlada com medicamentos


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37 milhões de pessoas são portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) no mundo. Do total, 1,8 milhões contraíram o vírus em 2017. Responsável por infectar células de defesa e levar o sistema imunológico ao colapso, o HIV faz com que o organismo fique vulnerável a outros agentes infecciosos, chamados de “oportunistas”. A OMS ainda estima que mais de 9,4 milhões de pessoas no mundo não sabem que possuem o vírus.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 866 mil pessoas foram infectadas pelo HIV em 2017. “É um número preocupante, tendo em vista a quantidade de informações existentes sobre o assunto. Deveria haver mais esforços visando a prevenção da infecção viral. Não existe cura para as infecções pelo HIV e sem tratamento os pacientes evoluem para um estado de imunodeficiência, podendo chegar até mesmo a morte”, alerta o médico virologista do DB Molecular, Dr. Mario Janini.

Exames laboratoriais empregando técnicas de biologia molecular podem ser realizados para identificar o HIV e monitorar a evolução da doença e a resposta ao tratamento. “Existem testes capazes de detectar e quantificar o HIV a partir de amostras clínicas. Além disso, é possível realizar a genotipagem viral, um exame realizado para a detecção de mutações no genoma do HIV que conferem resistência aos medicamentos utilizados no tratamento”, comenta o especialista em biologia molecular, Nelson Gaburo, gerente geral do DB Molecular.

Entre os exames oferecidos para o diagnóstico e monitoramento das infecções pelo HIV estão: o HIVPC que é um teste qualitativo utilizado para detectar a presença do HIV. O HIVQT é um exame quantitativo que avalia o número de cópias do genoma viral presente no plasma do indivíduo infectado. O HIVGE identifica mutações de resistência contra medicamentos indicados no tratamento. “Por meio de abordagens moleculares, podemos identificar o HIV, quantificar sua carga e definir qual será o tratamento adequado”, completa Gaburo.

Sobre o DB Molecular

Localizado em São Paulo (SP), o laboratório pertence ao grupo Diagnósticos do Brasil, referência no mercado brasileiro por ser o único laboratório exclusivamente de apoio, assim como todas suas unidades de negócios. Especializado em exames nas áreas de infectologia molecular, genética humana, farmacogenética, histocompatibilidade imunogenética, doenças hereditárias e infecciosas, oncogenética, citogenética, medicina preventiva e personalizada, destaca-se no mercado pela inovação e alto índice de satisfação de clientes. Mais informações: https://dbmolecular.com.br/