Diagnósticos do Brasil marca 10 milhões de exames em um único mês


O DB atua no mercado laboratorial sendo apoio de seus parceiros, ou seja, atende a outros laboratórios de todo o Brasil para a realização de exames coletados. Além disso, o modelo de negócio do DB é ser unicamente apoio, agindo 100% de forma B2B. Esse modelo permite ao DB focar, exclusivamente, no cliente, uma vez que não gera relação de concorrência com eles. Há nove anos no mercado, o DB traz números que impressionam. A cada ano, o laboratório cresce e bate recordes, desde seu primeiro ano. Em 2020, não poderia ser diferente. Apesar das dificuldades encontradas por conta da pandemia, a empresa superou todos as expectativas e bateu, não só os 9 milhões de exames realizados em um único mês, como também 10 milhões logo no mês seguinte. 

No começo do ano, o grupo já apresentava crescimento no mercado, expandindo cada vez mais a capacidade de produção. O laboratório já havia aumentado sua matriz no final do ano de 2019 e dedicado uma sede exclusiva para o DB Toxicológico, unidade responsável pelos exames de Toxicologia Ocupacional e exames de larga janela de detecção. Assim, a expectativa para 2020 era de mais crescimento, apesar de os rumores do coronavírus já apontarem para uma pandemia global naquela época. 

Com a chegada do coronavírus, o DB sentiu os impactos da pandemia logo nas primeiras semanas. O cenário ficou incerto naquele momento. Os primeiros meses da crise foram marcados pela escassez de matéria-prima e a reestruturação da Logística. Esses problemas foram contornados graças a estratégias de controle de estoque do DB, que tem uma armazenagem para três meses, e ao bom relacionamento com os clientes e fornecedores, que mantiveram a parceria ao longo da crise.

Enquanto grande parte dos exames tinham queda brusca de produção, os exames destinados ao diagnóstico da Covid-19 só aumentavam. O primeiro exame a ser realizado foi o de RT-PCR, uma técnica molecular de detecta o vírus ativo logo nos primeiros dias após o contágio. O exame é realizado na sede exclusiva para exames de Biologia Molecular, o DB Molecular, localizado em São Paulo. Após alguns meses, chegaram novos exames ao DB para o diagnóstico da Covid-19. Os testes sorológicos identificavam a presença dos anticorpos do vírus. Eram ideais para o controle epidemiológico da população, pois, por meio desses testes, era possível identificar quem já havia se contaminado, no passado, com a doença. Os testes foram realizados nas unidades de Análises Clínicas do DB. Rapidamente, ganharam destaque para pessoas que tiveram contato com infectados, mas não apresentavam sintomas. 

Ainda assim, mesmo com a crise do coronavírus impactando a produção do laboratório, os índices começaram a crescer em setembro, com um aumento de 15% na produção em comparação a fevereiro – último mês antes de a pandemia chegar ao país. Na sequência, o mês de outubro marcou 10 milhões de exames: “Essa recuperação rápida se dá por vários motivos. Um deles é a demanda reprimida, já que muitas pessoas deixaram de realizar seus exames durante o início da pandemia e estão retornando agora. Outro ponto é a normalização da situação como um todo, fato que faz o DB voltar a atuar agora como o planejado no começo do ano, dentro da prospecção estipulada para o início de 2020” diz Deivis Paludo, gerente de relacionamento do DB. “A pandemia do coronavírus nos trouxe um desafio nunca antes previsto... No entanto, conseguimos nos reinventar e manter o nosso propósito: levar o diagnóstico rápido e seguro para aqueles que precisam dele,” finaliza o gerente. 

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