HEMOFILÍAS – Determinação de Fatores VIII e IX


Os testes laboratoriais auxiliam no diagnóstico e tratamento dos pacientes com distúrbios da hemostasia. A determinação dos níveis de FVIII ou FIX é fundamental para o diagnóstico das hemofilias. A determinação dos níveis dos fatores de coagulação permite a classificação da gravidade das hemofilias e orienta o acompanhamento e tratamento dos pacientes. Para a determinação do FVIII, há dois métodos disponíveis: o método de um estágio, conhecido como coagulométrico, e o método de dois estágios, conhecido como método cromogênico.

Para a determinação do fator FIX, existe disponível apenas o método coagulométrico. O método cromogênico é o mais recomendado para o diagnóstico de hemofilia devido a sua melhor reprodutibilidade e sensibilidade. Este método não depende de substrato deficiente de fator, eliminando, assim, possíveis interferências de fator VIII residual, o teste também não sofre interferência de reagentes específicos do método coagulométrico.

Os testes cromogênicos de atividade do fator VIII podem ser fabricados com proteínas de coagulação humana ou bovina. O FVIII de proteína bovina está disponível, fato importante para tratamento dos pacientes com hemofilia A portadores ou não de inibidores, principalmente no cenário de novas terapias. Entretanto, os reagentes para teste cromogênico do fator VIII têm um custo maior quando comparado ao método de um estágio. Assim, o teste de um estágio é ainda o método mais amplamente utilizado para quantificar atividade do fator VIII. 

O CQC em parceria com a Stago do Brasil e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto vem desenvolvendo e disponibilizando testes de última geração em Hemostasia à população do interior de São Paulo.

 

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