Sistema fechado de coleta proporciona mais segurança nos resultados dos exames de sangue

Tubos de coleta a vácuo diminuem o risco de hemólise na fase pré-analítica


Um dos problemas mais recorrentes na fase pré-analítica é a hemólise, ou seja, o rompimento das hemácias, onde o conteúdo do seu interior é liberado no sangue, o que pode influenciar nos resultados das análises laboratoriais. Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML): “Os resultados de todas as disciplinas do laboratório podem ser afetados pela hemólise [...]. A liberação dos componentes intracelulares ao líquido extracelular pode promover interferências nas medições ou incrementar ou diminuir as concentrações dos analitos que deseja quantificar”.

O fenômeno, pode acontecer in vivo, nesse caso, por causa de doenças sanguíneas (responsável por apenas 2% das ocorrências de acordo com a SBPC/ML), ou in vitro, responsável pela maior parte dos casos e que acontecem por erros diversos na coleta da amostra, como:

* Escolha de uma agulha muito calibrosa, que permite a entrada de sangue em grande quantidade e com força excessiva no tubo, podendo causar o rompimento dos glóbulos;

* Escolha de agulha pouco calibrosa, o que força o fluxo de sangue em uma entrada estreita; * Preenchimento incompleto dos tubos, em que a alta concentração, no caso de alguns tipos de aditivos, causa a hemólise;

* Utilização de materiais de coleta de um sistema não fechado, permitindo a entrada de ar ou pressão incorreta ao sugar o sangue ou ao transferi-lo para o tubo;

Dessa forma, a utilização de materiais de coleta adequados são determinantes para evitar a hemólise in vitro na fase préanalítica. O sistema de coleta a vácuo é o mais indicado por não permitir a entrada de ar no sistema, coletar a quantidade de sangue correta, além de evitar a possibilidade de retiradas inadequadas com a utilização de seringas.

Os tubos VACUETTE® da Greiner Bio- One, pioneira quando o assunto é sistema para coleta de sangue a vácuo fabricado em plástico PET, contêm aditivos químicos que, em combinação com o vácuo pré-determinado, garantem a proporção exata de amostra e aditivo, além de seu material transparente que possibilita visualizar o processo de preenchimento, e a tampa com rosca de segurança evita o efeito aerossol e traz mais segurança tanto para a centrifugação, quanto para o transporte das amostras.

O know-how em tecnologia de produção tornou a Greiner Bio-One especialista na fabricação de tubos a vácuo mais resistentes, que garantem resultados confiáveis e fazem da marca VACUETTE® a escolha número um de laboratórios, hospitais e dos profissionais de saúde.

A VACUETTE® possui a marca CE (Comunidade Europeia), certificação do FDA (Food and Drug Administration – USA) e certificação ISO 9001 e 13485, além de cumprir com todas as exigências do órgão de fiscalização nacional, a ANVISA.

Acesse o site da Greiner Bio-One para saber mais sobre estes e outros produtos da Linha Safety, ou entre em contato pelo e-mail: info@br.gbo.com

Referências:
Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial (SBPC/ML). Fatores Pré-analíticos e Interferentes em Ensaios Laboratoriais (2018).

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