Ressincronização reduz risco de morte súbita em cardiopatias


Um dos mais importantes órgãos do corpo humano, o coração atua como uma bomba vital, cujo funcionamento precisa estar totalmente sincronizado para atender às necessidades do organismo. O risco surge quando os batimentos cardíacos dessincronizam, tornando-se rápidos e desordenados, quadro que pode comprometer a saúde do paciente de forma severa, causando impactos à sua vida de maneira geral.

O cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo Dr. Paulo Pêgo Fernandes explica que o problema, chamado dissincronia ventricular, um tipo de arritmia cardíaca, pode acometer pessoas de todas as idades, até mesmo crianças e jovens. "Significa que os ventrículos direito e esquerdo não contraem simultaneamente, essa falta de coordenação pode piorar ainda mais o quadro no longo prazo".

Ele frisa que alguns pacientes podem apresentar arritmias ventriculares malignas, por exemplo, que estão associadas à morte súbita, risco especialmente frequente em pacientes com Insuficiência Cardíaca causada por doença coronariana.

Os sintomas mais comuns são a percepção da alteração nos batimentos cardíacos, dor no peito e, em alguns casos, tontura e dificuldade para respirar.

O especialista ressalta que o problema pode ocorrer por causas multifatoriais, sendo mais comuns em pacientes com cardiopatias. Histórico familiar, problemas congênitos e doenças da tireoide, bem como consumo de álcool em excesso, estresse e tabagismo estão também entre as principais causas.

Um dos mais importantes órgãos do corpo humano, o coração atua como uma bomba vital, cujo funcionamento precisa estar totalmente sincronizado para atender às necessidades do organismo. O risco surge quando os batimentos cardíacos dessincronizam, tornando-se rápidos e desordenados, quadro que pode comprometer a saúde do paciente de forma severa, causando impactos à sua vida de maneira geral.

O cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo Dr. Paulo Pêgo Fernandes explica que o problema, chamado dissincronia ventricular, um tipo de arritmia cardíaca, pode acometer pessoas de todas as idades, até mesmo crianças e jovens. "Significa que os ventrículos direito e esquerdo não contraem simultaneamente, essa falta de coordenação pode piorar ainda mais o quadro no longo prazo".

Ele frisa que alguns pacientes podem apresentar arritmias ventriculares malignas, por exemplo, que estão associadas à morte súbita, risco especialmente frequente em pacientes com Insuficiência Cardíaca causada por doença coronariana.

Os sintomas mais comuns são a percepção da alteração nos batimentos cardíacos, dor no peito e, em alguns casos, tontura e dificuldade para respirar.

O especialista ressalta que o problema pode ocorrer por causas multifatoriais, sendo mais comuns em pacientes com cardiopatias. Histórico familiar, problemas congênitos e doenças da tireoide, bem como consumo de álcool em excesso, estresse e tabagismo estão também entre as principais causas.

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