Com a estação mais quente do ano em pleno desenvolvimento e projeções epidemiológicas apontando para um cenário de alto número de infecções por dengue em 2026, a SBPC/ML reforça a importância de estratégias integradas de prevenção, diagnóstico e cuidado clínico.
Um estudo internacional, realizado em parceria com a Fiocruz e a FGV, estima que o Brasil terá cerca de 1,8 milhão de casos de dengue ao longo de 2026, com mais da metade das incidências concentradas no estado de São Paulo e 10% em Minas Gerais.
"O diagnóstico laboratorial é decisivo para diferenciar as arboviroses, orientar a conduta clínica e evitar complicações, especialmente nos grupos mais vulneráveis", afirma Guilherme Ferreira de Oliveira, presidente da SBPC/ML.
Ele explica que o uso correto de testes laboratoriais, como RT-PCR para detecção do RNA viral, testes de antígeno e sorologias, é essencial para confirmar o agente etiológico.
"Todo verão exige uma resposta integrada entre população, profissionais de saúde e gestores públicos. Diagnósticos precisos, prevenção contínua e informação de qualidade são as ferramentas mais eficazes para reduzir o impacto das arboviroses no país", conclui.